Administra o teu Blog

Cria o teu Blog Já! Fácil e Grátis

A preservação da natureza

criadoras @ 22:50

o beija-flor Um dos fatores da vida moderna que mais geram discussões entre ambientalistas, governo e população em geral é o problema do lixo. O Brasil produz uma média de 240 mil toneladas de dejetos/dia, ou 1,5 kg por habitante a cada dia, enquanto países como a Suécia, onde cada habitante produz apenas 400 quilos por ano. De acordo com experiências em andamento em vários países e também no Brasil, a reciclagem é uma das formas ideais de lidar com uma parte do problema, o lixo inorgânico.

Em nosso país, a maior parte do lixo vai parar nos aterros (88%), enquanto apenas 2% dos dejetos são reciclados, e cerca de 4% vai para usinas de compostagem. O pouco fôlego da reciclagem no Brasil se deve ao fato de que o processo é quase 15 vezes mais caro que apenas aterrar o lixo.

Além disso, a maior parte das cidades brasileiras ainda não dispõe de políticas de incentivo à reciclagem ou tampouco adotam a coleta seletiva. Portanto, reciclar é uma atitude individual, que aos poucos está chegando à população em geral, cada vez mais zelosa do planeta no qual vive.

Do ponto de vista ecológico, a reciclagem é o processo mais eficiente e ecologicamente responsável no trato de plástico, vidro, metal, papel e papelão. Ao reciclar, poupa-se a produção de materiais que demandariam uma grande extração de matérias-primas da natureza, além de evitar-se a necessidade de aterros e lixões. Há também grande economia de energia e água, que seriam usados na produção de novos produtos. Quem também sai ganhando é a sociedade, já que o processo é um forte gerador de empregos, movimenta uma economia considerável, combinando responsabilidade social e ecológica.

Para se ter uma idéia de como reciclar ajuda a economizar recursos naturais, para se produzir uma tonelada de alumínio são necessárias cinco toneladas de bauxita, enquanto cada 50 quilos de papel reciclado evita o corte de mais uma árvore do planeta. O vidro, por sua vez, pode ser reciclado infinitamente, já que cada quilo deste material rende outra quantidade exatamente igual.

Você pode começar agora a mesmo a colaborar com a natureza, reciclando seu lixo inorgânico. Mantenha duas lixeiras separadas em casa, sendo uma para o lixo orgânico e outra para o inorgânico. Procure os pontos de coleta seletiva da sua cidade.

Comentários(30) »

Luiz Domingos de Luna — 28-05-2008 - 00:00:56 GMT 1

Planeta que chora
Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com

Reflito sobre a vida
sobre o mundo rotativo
do universo exuberante
da beleza do ser pensante
do mundo mágico criativo
É o solo, é a existência roída
de um planeta que chora, exaurido.
De uma fumaça de gás cumprimido
De um berço que faz sentido.
De uma paisagem destruida
que teimo em desfrutar
a reta um ponto vai ficar
o fim, o começo a externar
O espaço a gritar
O ambiente somente?
A água ?
A selva?
O mar ?
E nós humanos ?
O planeta chora
A inteligência ignora?
Onde iremos morar?
sem terra, sem piso, sem ar
sem fogo, sem água, sem mar?
por que a poluição ?
o farelo da destruição
O lixo cultural ?
O rio é um esgoto
O mar está morto
O ar é aborto
de quem quer abortar,
assim, volto ao pó
não tem reciclagem
é uma viagem,
mas viajo só?

Professor Luiz Domingos diz;
Os meus tabalhos literários estão disponiveis no site de busca, google, yahoo, msn, uol, terra, ig.(digite meu nome) autorizo postagem em sites e blogs, vedado contato com o autor, visto seus trabalhos serem postados para o engrandecimeto do conhecimento
da humanidade. www.meninodeusaurora.com.br

Luiz Domingos de Luna — 28-05-2008 - 00:05:14 GMT 1

A Emancipação da Tigresinha

Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com

Na caverna do grito
A pura opressão
À serviço do cão
Vida em conflito

Corrente de aço
Freio da civilização
Da beleza – a punição
Da suavidade - o pedaço

Poder de coação
Infligindo ao belo
Um mundo em farelo
Não tem emoção

Força da maldade
Criaste a ferida
A gaiola trazida
Leveza sem liberdade

Passiva e paciente
Um mundo a voar
Na tela a quebrar
A emoção consciente

Planeta continuado
Ao futuro povoar
Nos grilhões a chorar
O caminho trincado

Semente da preservação
Maltratada e dolorida
Julgada e oprimida
Não tem solução

A Lutar no tempo
Vencer o preconceito
Um simples direito
No véu do tormento

Casa e guerra
Que nunca termina
Luta genuína
O silêncio encerra

Abri sutileza – a mordaça
Deixa passar
Precisa caminhar
Liberdade da fumaça

A dona do tempo
Forma nova geração
Para que opressão
Tigresinha – O momento

Luiz Domingos de Luna — 28-05-2008 - 00:07:55 GMT 1

A vida
Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com
Ó alma viva de gosto variado

Estrada curta, florida, espinhosa.

Mistério da beleza misteriosa

Interrogação no momento interrogado.

Agregado da parte natural

Paisagem bela do mundo

Deixa um ser em segundos

Dúvida ágil do espaço sideral

Sou o reino vegetoanimal?

Brisa suave do mundo

Meu trajeto é todo oriundo

Sou o todo na parte especial

Não estou no inerte material

Sou o sumo de um alvorecer

A essência pura do por quê?

Sou sempre um mistério universal

Um único ser me entende no universo,

Pois me fez o tudo do nada

Por ele fui gerada

E do nada - Sou o inverso

Sou o reflexo de uma saída

A Luz! de uma entrada

O suco da cinza encarnada

A réstia da mesma cinza esquecida.”

Luiz Domingos de Luna — 28-05-2008 - 00:09:51 GMT 1

A Dimensão da Curva.
Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com.br

Ser simples como o vento
Sem orgulho ou vaidade
Sem presilha de saudade
O fazer do talento

Neste espaço
A arte derramada
A humanidade untada
A mansidão do aço

DNA do pedaço
Clone da existência
Parada!!! Penitência
Mel, fel, Melaço

Teima rima
Idéia quebrada
Vida aviltada
Polidez, Lima

Floresta humana
Paisagem social
Ócio, diferente ou igual ?
Vida que emana.

Cadê vaidade ?
Tua força jovial
O Saldo é o sal
Felicidade?
Haja serotonina
A cor do batom
É quem dá o tom
Da vida que começa ?
Ou da que termina?

Luiz Domingos de Luna — 28-05-2008 - 00:12:27 GMT 1

Aurora, uma janela para o céu

Luiz Domingos de Luna
revistaaurora.com

Pedi permissão ao tempo
Nas asas do pensamento
Voando vai minha ilusão
Pelos caminhos obscuros

Da minha história esquecida
Momentos de vida vivida
Na mais linda sedução,
Pois ainda em tenra idade

Deixei minha cidade na construção do meu futuro,
Sonhei, lutei, na selva humana,
ganhei o meu troféu de herói,
construi minha cabana tenho o meu transporte
meu trabalho é o suporte da minha vitória suada,

Neste pais eu andei, ralar como eu ralei, lutar como eu lutei dia e noite, noite e dia, busquei no íntimo de minha alma, a estabilidade sonhada
Na poeira de uma estrada que ainda hoje percorro.
Hoje vivo nas metrópoles, nos mais diversos lugares,

Adquiri meu espaço com a força da determinação do aço,
Já me vi em pedaços, mas hoje a minha força é a vitória do que faço.
Consegui o que queria numa luta bem renhida,
Luta que se renova no amanhecer a cada dia.

Sou um aurorense firme, tenho a minha própria história
Na janela da memória vivo a minha própria emoção
Em ver minha querida cidade respirar o hálito oxigenado,
Que ao mundo me trouxe a luz, na grandeza do momento,

Em meu apartamento a lembrança me seduz,
Do rio salgado, as cachoeiras, na beleza de nossa feira,
Do caldo de cana ao aluar, da tapioca ao beiju
Do melaço da rapadura ao canto do sabiá,

Naquelas noites estreladas os fogos, reisado,
O apito do trem, as missas bem demoradas,
As renovações bem tiradas, as serenatas cantadas.
De manhã a passarada num canto de louvação.

Aquelas horas batidas no sino bem compassado, era sinal de finados,
Ou o repique tocado de um anjinho que ao céu subiu,
Todos para a ABA numa inocência fecunda
Tinha quadrilha, arrasta pé, ao som de uma vitrola, era uma festa junina,

Tinha bandeira, tinha roça, tinha quermesse, e quadrilha, broa de milho, quebra-queixo, pão de ló, tinha desfile.
Nesta janela, eu vivo o tempo que não passou, pois ser aurorense é preservar a sua história.

Guardar no canto da memória o seu lindo e singelo amor,
Um amor a toda hora, que em todos nós aflora o cheiro forte e polido.

Luiz Domingos de Luna — 28-05-2008 - 00:13:48 GMT 1

Aurora, uma janela para o céu

Luiz Domingos de Luna
revistaaurora.com

Pedi permissão ao tempo
Nas asas do pensamento
Voando vai minha ilusão
Pelos caminhos obscuros

Da minha história esquecida
Momentos de vida vivida
Na mais linda sedução,
Pois ainda em tenra idade

Deixei minha cidade na construção do meu futuro,
Sonhei, lutei, na selva humana,
ganhei o meu troféu de herói,
construi minha cabana tenho o meu transporte
meu trabalho é o suporte da minha vitória suada,

Neste pais eu andei, ralar como eu ralei, lutar como eu lutei dia e noite, noite e dia, busquei no íntimo de minha alma, a estabilidade sonhada
Na poeira de uma estrada que ainda hoje percorro.
Hoje vivo nas metrópoles, nos mais diversos lugares,

Adquiri meu espaço com a força da determinação do aço,
Já me vi em pedaços, mas hoje a minha força é a vitória do que faço.
Consegui o que queria numa luta bem renhida,
Luta que se renova no amanhecer a cada dia.

Sou um aurorense firme, tenho a minha própria história
Na janela da memória vivo a minha própria emoção
Em ver minha querida cidade respirar o hálito oxigenado,
Que ao mundo me trouxe a luz, na grandeza do momento,

Em meu apartamento a lembrança me seduz,
Do rio salgado, as cachoeiras, na beleza de nossa feira,
Do caldo de cana ao aluar, da tapioca ao beiju
Do melaço da rapadura ao canto do sabiá,

Naquelas noites estreladas os fogos, reisado,
O apito do trem, as missas bem demoradas,
As renovações bem tiradas, as serenatas cantadas.
De manhã a passarada num canto de louvação.

Aquelas horas batidas no sino bem compassado, era sinal de finados,
Ou o repique tocado de um anjinho que ao céu subiu,
Todos para a ABA numa inocência fecunda
Tinha quadrilha, arrasta pé, ao som de uma vitrola, era uma festa junina,

Tinha bandeira, tinha roça, tinha quermesse, e quadrilha, broa de milho, quebra-queixo, pão de ló, tinha desfile.
Nesta janela, eu vivo o tempo que não passou, pois ser aurorense é preservar a sua história.

Guardar no canto da memória o seu lindo e singelo amor,
Um amor a toda hora, que em todos nós aflora o cheiro forte e polido.

Luiz Domingos de Luna — 28-05-2008 - 00:17:12 GMT 1

O Tempo

Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com
www.meninodeusaurora.com.br
www.aurora.ce.gov.br

Em um canto caído
O mundo a girar
A vida a passar
Encantos sofridos

Corpos envelhecidos
Suaves serenatas
Existência ingrata
Onde queres chegar?

Pisando a paisagem
Em uma passagem
Sempre a moldar
Com sua influencia
Queima a paciência
Quem vai desvendar?

Um novo dia
O sol já raiou
O momento passou
Não vai mais voltar

Do silêncio ao ruído
Num canto perdido
Do universo a girar
Vai-se perguntando
Cantando ou chorando
Onde queres chegar?

Dor desmedida
Dúvida da vida
De o mar serenar
Ficou a história
Em nossa memória
Teima em passar

Luiz Domingos de Luna — 07-06-2008 - 20:53:01 GMT 1

Alma de Cupim

Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com.

Adora a existência
Contempla o natural
O espaço sideral
Inteligência da potência

Muda a paisagem
Destrói a natureza
Maltrata a beleza
Em qualquer passagem

Dialética humana
Constrói o artificial
Dizima o natural
Da fumaça que emana

A construção de desertos
Na alma impregnada
Não pode sobrar nada
Em campos abertos

Qualquer jardim
Deve ser venerado
Aplaudido e aclamado
Querendo o seu fim

Luta demente
Não tem beleza
Não tem natureza
Não tem jasmim

Jardim da humanidade
Todos têm direito
Qual foi o defeito
Todos defendiam
Todos aplaudiam
Não tem mais jardim
Não tem mais culpado
O tempo rolado
Num mundo sem fim
Corpo humano
Alma de cupim.

Luiz Domingos de Luna — 07-06-2008 - 21:33:55 GMT 1

Alma de Cupim

Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com.

Adora a existência
Contempla o natural
O espaço sideral
Inteligência da potência

Muda a paisagem
Destrói a natureza
Maltrata a beleza
Em qualquer passagem

Dialética humana
Constrói o artificial
Dizima o natural
Da fumaça que emana

A construção de desertos
Na alma impregnada
Não pode sobrar nada
Em campos abertos

Qualquer jardim
Deve ser venerado
Aplaudido e aclamado
Querendo o seu fim

Luta demente
Não tem beleza
Não tem natureza
Não tem jasmim

Jardim da humanidade
Todos têm direito
Qual foi o defeito
Todos defendiam
Todos aplaudiam
Não tem mais jardim
Não tem mais culpado
O tempo rolado
Num mundo sem fim
Corpo humano
Alma de cupim.

Francisco — 09-06-2008 - 00:28:49 GMT 1

Olá

Luiz retribuindo e agradecendo comentarios,vmos concientizando as pessoas que é a unica maneira de ter um meio ambiente mais saudavel.

Abç

Luiz Domingos de Luna — 11-06-2008 - 18:11:40 GMT 1

Alma de Cupim

Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com.

Adora a existência
Contempla o natural
O espaço sideral
Inteligência da potência

Muda a paisagem
Destrói a natureza
Maltrata a beleza
Em qualquer passagem

Dialética humana
Constrói o artificial
Dizima o natural
Da fumaça que emana

A construção de desertos
Na alma impregnada
Não pode sobrar nada
Em campos abertos

Qualquer jardim
Deve ser venerado
Aplaudido e aclamado
Querendo o seu fim

Luta demente
Não tem beleza
Não tem natureza
Não tem jasmim

Jardim da humanidade
Todos têm direito
Qual foi o defeito
Todos defendiam
Todos aplaudiam
Não tem mais jardim
Não tem mais culpado
O tempo rolado
Num mundo sem fim
Corpo humano
Alma de cupim

Luiz Domingos de Luna — 16-06-2008 - 03:14:47 GMT 1

Trabalhos literários disponíveis na web. postagem, digite: Luiz Domingos de Luna

Quem sabe? Se cada ser humano tivesse a oportunidade de passear pelo os confins do universo gelado, os homens não poderiam se tornar humanos de verdade.

Passeio Cósmico

Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com

Entre galáxias quentes
Quasares gigantes
Tudo tão distante
É tão diferente

Não tem gravidade
É uma queda de gênio
Não tem oxigênio
Estranha suavidade

O terror da matéria
Viva atrevida
Não tem vida
Do humano a miséria

Não tem cultura
Luz escuridão
Alma em aflição
É somente tortura

O medo grita
O silêncio calado
No mundo gelado
Sem terra e guarita

Há anos, ativo.
Vejo um ponto
Pare uma foto.
E ali que vivo

Um traço obscuro
Não parece uma bola
A câmera giratória
A terra procuro

Perdido no infinito
Leva-me de volta
De tanta viravolta
Sinto-me perdido

Que tal existência
Aonde vai me levar
Onde queres chegar
Só vejo a ausência

Nos confins um grito
Não sei decifrar
Mas vou escutar
E assim repito

Um barulho estranho
Parece um cano
A água derramar
Cadê gravidade
A tua humanidade
Para poder parar

Vejo-me girando
Eu mesmo falando
Onde vamos chegar
Tudo é mistério
Grande interrogação
È poder da matéria
Ou da criação?

Luiz Domingos de Luna — 26-06-2008 - 14:19:31 GMT 1

Reflexo da Fé

A inteligência consome o meu espírito
Para tudo tenho uma explicação
Sou resultado de uma evolução
Assim, sou finito ou infinito?

Construo a grandeza artificial,
Por isto sou grande e efervescente
Mas de manhã quando olho o nascente
Vejo algo mais perfeito e natural

O que faço vejo sem igual,
Pois ao instinto, digo -inteligência.
Ao ser humano isto é essência?
Irracional tendo, a minha é especial.

Sou pequena matéria atrevida
Que vive no minúsco habitado
O agrupamento da soma e resultado
Sou o aqui da minha e tua vida

Mas se o ar que faço não respiro
Onde está minha potência e grandeza
É destruir a natureza?
Sim, -mas…a admirá-la, me admiro.

Sendo ou não religioso
O ar de inferioridade me domina
A beleza natural que me fascina
O Infinito deslumbrante e misterioso

Fonte:Fonte:O Globo.mobi :: Blog :: Comentários
moglobo.globo.com/blogs/comentarios.asp?post=97697&
t=O+novo+mundo&n=Blog+de+anota%E7%F5es&q=1… - 18k -

Luiz Domingos de Luna — 26-06-2008 - 22:47:13 GMT 1

Universo Paralelo
Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com

No palco da existência
Bilhões de combinações
Infinitas proporções
Da matéria a essência

O Universo unificado
Longe da imaginação
Entrar numa prisão
Por tempo determinado

Matéria não adaptada
A um tempo a correr
Na dependência sofrer
Corpo, a vida deixada.

É uma ida, uma volta.
É o estar é o ser
É o Poder é o ter
É uma reviravolta?

Entra numa dimensão
Do tudo - do nada nasce
É apenas um disfarce
Do nada a terra o chão

É uma magia encantadora
Toda carne é morredoura
Sem ela, a imortal.
Alma sonhadora
Na vida a vagar
Uma compreensão
Uma explicação
Ninguém quer falar
Quem pode entender esta seta
Que a história inquieta
Teimando em voltar.

Fonte: http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?t=nosso_planeta&cod_Post=108198

Luiz Domingos de Luna — 03-07-2008 - 04:39:39 GMT 1

Entre Colunas

Luiz Domingos de Luna
www. Revistaaurora.com

Entre nascimento e morte
Pego o meu passaporte
Numa vida a bailar
Dos dois pontos faço linha
Numa estrada que caminha
Na sorte ou no azar
Entre colunas eu fico
Sempre a caminhar
Não pode ter acidente
Senão quebra a corrente
Já não posso respirar
Uma reta esticada
Cada passo, uma pisada
Tenho que controlar
Não posso sair do prumo
Ou então um tombo
Para me derrubar
Do útero para cova
Uma vida se renova
Cheirando interrogação
No meio das ampulhetas
Viro pó, sombra e chão.
Ou larva de borboleta
Uma vida nova nasce
É uma transformação ?

Luiz Domingos de Luna — 04-07-2008 - 15:44:21 GMT 1

Universo em Ebulição
Luiz Domingos de Luna
www.meninodeusaurora.com.br
A Razão derramada imponente
Espera a emoção ser filtrada
Um planeta sem enquadramento
Numa existência não observada

Nascimento das trevas e da luz
Luta de um perfeito alinhamento
São razões, emoções - pensamento.
Corpos girando em universo reluz.

Poder de uma grandeza infinita
Uma mensagem a ser decifrada
Quem percorre esta estrada
Sente a dor de quem grita

Porque derramada existência?
A razão não sabe contemplar
A emoção perdida a divagar
Na corrente de um sonho eterno
Em um tempo, a um só tempo
Poder, quem sabe um dia, revelar

Luiz Domingos de Luna — 29-05-2008 - 00:06:05 GMT 1
Universo em Ebulição
Luiz Domingos de Luna
www.meninodeusaurora.com.br
A Razão derramada imponente
Espera a emoção ser filtrada
Um planeta sem enquadramento
Numa existência não observada

Nascimento das trevas e da luz
Luta de um perfeito alinhamento
São razões, emoções - pensamento.
Corpos girando em universo reluz.

Poder de uma grandeza infinita
Uma mensagem a ser decifrada
Quem percorre esta estrada
Sente a dor de quem grita

Porque derramada existência?
A razão não sabe contemplar
A emoção perdida a divagar
Na corrente de um sonho eterno
Em um tempo, a um só tempo
Poder, quem sabe um dia, revelar

Luiz Domingos de Luna — 29-05-2008 - 00:09:24 GMT 1
A Dor da Memória
Luiz Domingos de Luna
www.meninodeusaurora.com.br

Em uma história,
Que foi tão florida,
De vida vivida,
Saudosa memória,
Foste à mãe que alimentou
O retrato que estou,
A tristeza que aflora,
Pudesse aurora,
Contemplar novamente
Regar a semente
Da sombra frondosa
Untados nós somos
No mesmo ideal,
Qual foi o pecado
Que nós cometemos,
Um paraíso tão lindo,
Tinha Adão tinha Eva
Tinha serpente, estrela azulada,
Tinha perfume, tinha luz,
Tinha água, tinha alma,
Porque me seduz,
Está-se nu no infinito,
O nosso grito,
Já foi quebrado,
De um tempo passado
Que vive com glória,
Martela e sufoca
A minha memória
Qual foi o meu erro
De um martírio doentio,
Acendi o pavio,
Do espertalhão
Sem tela, sem cor,
Sem brilho, sem luz,
Sem agora.
Mataste a aurora

Luiz Domingos de Luna — 26-06-2008 - 22:43:18 GMT 1
Universo Paralelo
Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com

No palco da existência
Bilhões de combinações
Infinitas proporções
Da matéria a essência

O Universo unificado
Longe da imaginação
Entrar numa prisão
Por tempo determinado

Matéria não adaptada
A um tempo a correr
Na dependência sofrer
Corpo, a vida deixada.

É uma ida, uma volta.
É o estar é o ser
É o Poder é o ter
É uma reviravolta?

Entra numa dimensão
Do tudo - do nada nasce
É apenas um disfarce
Do nada a terra o chão

É uma magia encantadora
Toda carne é morredoura
Sem ela, a imortal.
Alma sonhadora
Na vida a vagar
Uma compreensão
Uma explicação
Ninguém quer falar
Quem pode entender esta seta
Que a história inquieta
Teimando em voltar.

Fonte: http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?t=nosso_planeta&cod_Post=108198

Luiz Domingos de Luna — 29-06-2008 - 04:27:08 GMT 1
Aos Seres Humanos

Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com

Quebrando correntes
No tempo a passar
Mistérios a desvendar
A todo o momento

Se tudo fosse diferente
Teria o ser humano
O pensar, um plano.
Da existência presente

Que show arriscado
De um palco sem fim
O infinito vem a mim
Ou já foi programado

Tanta existência
Quem vai usufruir
O tempo destruir
Ou há consistência

A Vida acompanha
As etapas da curva
Existe uma luva
De potência tamanha

Controlar o processo
De toda imensidão
É plenitude da razão
Ou pensamento, ao inverso.

É do ser humano obrigação
Conhecer todo o infinito
Ou existe um conflito
Buscando interrogação?

Já não é chegado
A hora de saber
Do universo o porquê ?
Na existência - postado.

Luiz Domingos de Luna — 05-07-2008 - 20:58:24 GMT 1

A Fábrica de Universos
Luiz Domingos de Luna

Os bósons são inteligentes
Escondidos em outra dimensão.
Por que tanta precaução
É um ato consciente?

A ciência está na cola
Graças à matéria escura
Que dificulta a procura
Confunde o eixo da mola

Choque de matéria e luz
Curvado no infinito
São partículas de granito
Ou mistério da órbita conduz?

Esta imantação é problema
Dependência de uma ditadura
Da energia e da matéria escura
Um cárcere privado com algema

Iluminados - O que fará
Com o bóson aprisionado
Um mistério bem guardado
Ou ao humano entregará?

A Quem interessa?
Uma fábrica de universo
Os paralelos diversos
Para que tanta pressa

Um universo precisa
De um planejamento
Senão o novo engole a gente
Seja humano ou não
Tudo vai para o ralo do nada
Cadê a inteligência em projeção
A Consciência e a razão
Virou tudo fragmento
Não basta o pensamento
No túnel do tempo
Numa vida a bailar

Luiz Domingos de Luna — 15-07-2008 - 17:03:29 GMT 1

Nome: Luiz Domingos de Luna - 15/7/2008 - 11:58
Sou grato a quem acessa este site:http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?t=nosso_planeta&cod_Post=108198 e posta minhas poesias neste espaço, pois a verdadeira amizade espiritual é aquela que une a massa humana no bem estar da coletividade, pois, se recebemos um mundo injusto não é justo repassá-lo para as as futuras gerações. Os seres humanos são muito atrelados ao espaço físico corporal, não sabem estes, que sem este corpo mortal, seríamos eternos na magia espiritual que está no "toque" de construir a epistemologia genética da humanidade.-Sem contato, Conto com você, caro leitor, na difusão de meus trabalhos literários.

Luiz Domingos de Luna — 18-07-2008 - 17:00:12 GMT 1

Palco Iluminado
Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com

Em cada sonho uma fantasia
Que percorre o pensar
No momento a gritar
Força que extasia

Girando no encanto da vida
Um gesto nobre propicia
Na luz que irradia
O instante eterno se fia

O cenário todo florido
Uma paisagem a contemplar
Um universo a pensar
No tempo um fluido

Que teima em derramar
Gotas de um sereno
Um incenso ameno
A existência contagiar

Interação perfeita
Arquitetura social
Beleza natural
Obra prima feita

Cada ser é arquiteto
Que a história aniquila
É o sonho da vida
Inacabado um projeto

Um projeto inacabado
Que falta ser decifrado
Ou um palco iluminado
Explicação buscando?

Luiz Domingos de Luna — 24-07-2008 - 17:32:53 GMT 1

Espaço de luz!

Luiz Domingos de Luna

Uma idéia nasceu
Percorreu o espaço
Sinto o que faço
Já não sou eu

A obra que rola
Na esfera social
No arremate final
Parece uma bola

Cada chute uma pancada
-O Público já analisou
Pois, ele é sempre o senhor.
Da obra que foi criada.

Estrada corrente de dor
Cada letra uma pisada
Toda linha esmagada
Na lógica do leitor

O Conjunto é uma esfera
De vértice quebrado
Ou tem giro acelerado
Ou o motor emperra

Passar no crivo social
Num filtro bem condensado
Na página, tela, lixo ou lado.
O Poema tem seu final.

Site: www.revistaaurora.com

Luiz Domingos de Luna — 11-08-2008 - 23:32:19 GMT 1

A Busca

Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com

A Alma humana a buscar
A todo e qualquer momento
É uma força ou um sentimento
Que nunca pode parar

É incrível o aprimoramento
Que precisa aprimorar
O pensamento a vagar
Em um novo firmamento

Seja qual for à maneira
Tem que modificar
Pois está no DNA
É uma seqüência inteira

Tudo a repensar
Nada está concluído
É como um fluido
Em constante derramar

Talvez o eixo da dúvida
Esta procura, enfim.
Nada tem um fim
É o sentido da vida

Parar um instante
Isso nem pensar
A busca sempre a buscar
É uma corrente andante.
Aonde vamos chegar?

Luiz Domingos de Luna — 12-08-2008 - 16:59:14 GMT 1

Aurora, uma janela para o céu

Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com

Pedi permissão ao tempo
Nas asas do pensamento
Voando vai minha ilusão
Pelos caminhos obscuros

Da minha história esquecida
Momentos de vida vivida
Na mais linda sedução,
Pois ainda em tenra idade

Deixei minha cidade na construção do meu futuro,
Sonhei, lutei, na selva humana,
ganhei o meu troféu de herói,
construi minha cabana tenho o meu transporte
meu trabalho é o suporte da minha vitória suada,

Neste pais eu andei, ralar como eu ralei, lutar como eu lutei dia e noite, noite e dia, busquei no íntimo de minha alma, a estabilidade sonhada
Na poeira de uma estrada que ainda hoje percorro.
Hoje vivo nas metrópoles, nos mais diversos lugares,

Adquiri meu espaço com a força da determinação do aço,
Já me vi em pedaços, mas hoje a minha força é a vitória do que faço.
Consegui o que queria numa luta bem renhida,
Luta que se renova no amanhecer a cada dia.

Sou um aurorense firme, tenho a minha própria história
Na janela da memória vivo a minha própria emoção
Em ver minha querida cidade respirar o hálito oxigenado,
Que ao mundo me trouxe a luz, na grandeza do momento,

Em meu apartamento a lembrança me seduz,
Do rio salgado, as cachoeiras, na beleza de nossa feira,
Do caldo de cana ao aluar, da tapioca ao beiju
Do melaço da rapadura ao canto do sabiá,

Naquelas noites estreladas os fogos, reisado,
O apito do trem, as missas bem demoradas,
As renovações bem tiradas, as serenatas cantadas.
De manhã a passarada num canto de louvação.

Aquelas horas batidas no sino bem compassado, era sinal de finados,
Ou o repique tocado de um anjinho que ao céu subiu,
Todos para a ABA numa inocência fecunda
Tinha quadrilha, arrasta pé, ao som de uma vitrola, era uma festa junina,

Tinha bandeira, tinha roça, tinha quermesse, e quadrilha, broa de milho, quebra-queixo, pão de ló, tinha desfile.
Nesta janela, eu vivo o tempo que não passou, pois ser aurorense é preservar a sua história.

Guardar no canto da memória o seu lindo e singelo amor,
Um amor a toda hora, que em todos nós aflora o cheiro forte e polido

Fonte:http://www.folhadocariri.com.br/colunas/JoseEdson.htm

Luiz Domingos de Luna — 18-08-2008 - 22:53:45 GMT 1

A Construção do Eu

Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com

A cada dose um contentamento
De uma vida a apreciar
Numa escala a determinar
O tipo de comportamento

Uns a forma o juramento
Outros a matéria a clamar
E os da alma a cantar
A voz do ego o pensamento

São corpos dobrados ao vento
Na dimensão do espaço
O intelecto de aço
A fazer questionamento

Um mundo a semente
Sem depender da paisagem
É sempre uma passagem
Do corpo, alma e mente.

Qual vetor determinante
Dos três fragmentos
Uma vida de argumentos
Na matéria, o mundo dominante.

São vidas alinhamentos
Em linhas determinadas
Cada qual em sua estrada
O Viver a cada momento

Ou tem que somar tudo
Provar a dose em separado
De um mundo agrupado
A cada gosto um fel dobrado
Ou o brilho do mel achado
De um novo ser em movimento.
FONTE:http://oglobo.globo.com/servicos/blog/comentarios.asp?t=nosso_planeta&cod_Post=108198

Luiz Domingos de Luna — 08-09-2008 - 18:16:06 GMT 1

Paraíso

Luiz Domingos de Luna
www.revistaaurora.com

Conversei com Eva
Lá no paraíso
Não tinha sorriso
Parecia tristonha
Não tinha vergonha
Buscava liberdade
Não tinha saudade
Então lhe indaguei
Qual a dor do seu grito?
Viver em conflito
Passar ou não?
Para a próxima geração.

Luiz Domingos de Luna — 22-10-2008 - 15:28:02 GMT 1

Passos

Luiz Domingos de Luna
Procurar na web

Passos que passo
Passos que vem
Passos do além
Não sei o que faço

É como um compasso
De um tempo passado
Já foi um chamado
Na imensidão do espaço

Ouvi um grito
Parecia um trovão
Na escuridão
Estava aflito

Pulei noutro astro
Deixei a pisada
Ta lá registrada
Como um mastro

Luz em ebulição
Fiquei assustado
Parece ter entrado
Noutra dimensão

Tudo tão diferente
Um carrossel giratório
Um som vibratório
No meu consciente

Sonho ou realidade
Não sei precisar
É um vôo a voar
Não tem gravidade

Uma mão me puxou
Numa frieza gelada
Não sei mais de nada
Num novo mundo estou

Luiz Domingos de Luna — 22-10-2008 - 15:29:56 GMT 1

Transformação

Luiz Domingo de Luna
http://www.meninodeusaurora.com.br

Reguei uma planta
No meu jardim
Era um Jasmim
Beleza que encanta

Entre espim
Uma lagarta
Como uma carta
Vinha a mim

Toda enrolada
Comia clorofila
Plumagem colorida
De fogo chamada

Numa manhã florida
A lagarta sumiu
A borboleta me viu
Nos caminhos da Vida

Contemplando o chão
A asa em giro agitava
A Paisagem deixava
Na linha da imensidão

Luiz Domingos de Lunal — 17-11-2008 - 21:46:10 GMT 1

Aquecimento Global

Luiz Domingos de Luna
Procurar na web

Sapo Dourado Panamenho
Da floresta americana
Beleza pura que emana
Da natureza em desenho

Amarelo, delgado e pulador.
Afilado, gentil e hospitaleiro.
Cantando no lindo desfiladeiro
Nos bosques um hino de amor

Predador do equilíbrio natural
No habitat rico dos pampas
Deslisa no declive das rampas
Numa felicidade sem igual

Dos rios, lagos e florestas.
Vaidoso no passeio matinal
Não vê o aquecimento global
Devorar sua história sua festa

O Fungo espera para atacar
O Planeta deu sinal de alerta
O fungo voa como uma flecha
O Sapo não vai mais cantar

Amarelo é a cor da atenção
Do sapo panamenho dourado
Da existência já foi tirado
Mais um ser em extinção

Luiz Domingos de Lunal — 17-11-2008 - 21:48:52 GMT 1

Pesquisas Científicas, Consultas, artigos, postagens, monografias, teses Acadêmicas, resenhas, comentários, novas postagens

Luiz Domingos de Luna buscar na web

Ref. Bibliográfica
Luiz Domingos de Luna é Professor da E.E.F.M Monsenhor Vicente Bezerra, Rua Cel José Leite s/n, Araçá - Aurora - Ceará. Cep: 63.360.000 Tel (88)35433903.
Fonte:http://naturezahoje.nireblog.com/post/2008/05/05/a-preservacao-da-natureza
Nota do Autor:
Material disponívíel para estudo, tudo para o engrandecimento da epistemologia genética da Humanidade.
Na repostagem citar este referência bibliográfica.
Grato,
O Autor.

Luiz Domingos de Luna — 15-06-2009 - 15:52:06 GMT 1

COMUNICADO:
Comunico a todos os leitores e leitoras de meus trabalhos que ficam disponíveis a todos vocês os meus trabalhos noS links: www.livrodigitalartigosdeluizdomingos.blogspot.com
www.colunadomignos.blogspot.com
Autorizo criação de blogs, fotologs, sites com abertura de minhas obras, artigos e ou poesias. Favor citar a fonte. Vedado portanto, contato com o autor

Luiz Domingos de Luna — 17-06-2009 - 17:10:16 GMT 1

O Blog
Livro Digital – Google.
Luiz Domingos de Luna

Um bom livro
Em suas mãos
Páginas a folhear
Celulose sem gastar
Meio de comunicação
Depende de sua atuação
Para credibilidade conquistar
É também uma revista
Um canal de uma pista
Nunca vai poder parar
A história nele passa
Depende da argamassa
De volume bem dosado
Pois o olhar do outro lado
Diz se já foi visitado
Ou ainda vai visitar
Não dá para prender
Nem serve para vender
Nem para ser alugado
O seu preço é qualidade
Que depende do leitor
Que estabelece o valor
Do material postado
Nasce no novo mundo
Vive enclausurado
Na tela bem amarrado
Percorre em um segundo
A fronteira do infinito
A força de seu grito
Em horizonte firmado
Conduzindo com intensidade
A fórmula da liberdade
De um universo colado

Deixar um Comentário


<a href> <em> <blockquote> <strong> <cite> <code> <ul> <li> <dl> <dt> <dd>